EMDR Brasil

EMDR no Brasil

Definições de EMDR

Quem pode aplicar o EMDR?

Autorização do EMDR Institute

História do EMDR

EMDR Brasil

Informação para Clientes

EMDR para Profissionais

Perguntas Frequentes

Aplicações do EMDR

O que as pessoas dizem...

Sessão EMDR

Reportagens sobre EMDR

EMDR Treinamento

Critérios de Admissão

Treinamento Básico

Datas de Treinamentos

Organizadores

Agendando um Treinamento

Carta CFP

Parecer do CRP-01

CRP SC

Treinadores

Esly Regina de Carvalho

André Maurício Monteiro

Silvia Guz Trainer

Eventos Especiais

Luiza Rangel

Associação EMDR BR

Terapeutas EMDR

Procure um Profissional

Esly Carvalho

Andre Monteiro

Silvia Guz

Raquel Hoersting

Rosana Ledesma N. Leite

Adriana Zanonato

Alice Skowronski

Alcionir Roberty Campana

Aéthe Loures

Ana Rute S.Cachapuz

Ana Lúcia M. de Oliveira

Angela Maria di Benedetto

Anna Bueno Ribas

Adineide Nolasco A. Dias

Antonia dos S. Ambrosio

Adriana Baron

Adriana Potexki

Alete Korte

Ana Lúcia Gomes Castello

Ana Maria Zampieri

Beleza S. Woo

Brigitta Julia Lang

Cristina F. Fiorini

Daniela Campos

Daniel Gabarra

Débora Bliacheriene

Dulce Regina B L Conte

Edi de Oliveira

Eduardo Drummond Passos

Eliude F. Silva Félix

Eliane Alabe Padua

Eluise Guedes

Fabiana Kac Altman

Fabiano Deliberalli

Glaci Faingluz

Genuína Eliana P. Avilino

Hanah Crystyeh Costa

Ivana Freitas

Joan'Alice Amaral Hibner

Jorgelina P. Carvalho

Kátia Valéria Duarte

Leni Valério Monteiro

Luci Nolasco

Lucia de Fatima S Gomes

Luciana S Manesco

Marcela Xavier

Márcia Cristina A. Morás

Maria Cecília Chimenti

Maria Antonieta R. Reis

Maria Aparecida M Souza

Maria Elohana Costa

M Fernanda Lourenço

Maria Salvelina T Azevedo

Maria Theresa Germani

Marisa Barradas de Crasto

Marise P. C. Ragnini

Miriam Izabel de Souza

Mirtes Gonzalez

Mônica Quinan

Naiara Longoni

Nair Pontes

Ninfa Zamboni

Paulo Zampieri

Patricia Astrachan

Priscilla Paz E F Fonseca

Renata Maêve Faleiros

Renata Moracchioli

Rita Silva e Silva

Rita Flórido

Roberto Ricardo Leal

Rosa M Tedeschi Vieira

Simone Wanderley Silva

Samildes Silva Magalhães

Sandra Jessula

Sandra Simao

Silvana Salomoni

Silvia Malamud

Sirley Bittú

Solange Dair S. Affonso

Sueli L. Fernandes Silva

Suzana Londero D. Barreto

Teresa C. Laubenheimer

Tina Zampieri

Zelia Pereira da Silva

Notícias

Links e Recursos

Comunidade EMDR

Glossário

Artigos EMDR

Pesquisas EMDR

Materiais Didáticos

Livros

Galera Interna

CDs Uso EMDR

DVDs

Aparelhos

EMDR Iberoamérica

Fale conosco

Plaza Counseling Services

O que é trauma e como saber identificá-lo?
Há vários sinais indicadores de trauma emocional.  A passagem por experiências trágicas, tais como a perda real de pessoas queridas ou a ameaça de perda ou o risco de morte, não significam necessariamente que a pessoa venha a desenvolver um trauma. Um bom indício da existência do trauma é a impressão de que a experiência passada insiste em permanecer no presente. Basta à pessoa lembrar-se do evento perturbador, mesmo que sem querer, para que uma emoção marcante, pensamentos negativos e/ou imagens nítidas se intensifiquem. O assunto reluta em virar passado.

Além da experiência traumática, outros sintomas típicos de TEPT são:
·
re-experiência do trauma por meio de lembranças involuntárias, pesadelos ou reações desproporcionais diante de pequenas coisas que façam lembrar o evento; choro fácil e imotivado;
·
evitação persistente de pensamentos, diálogos, sentimentos, locais, pessoas ou situações que façam lembrar o trauma; incapacidade para lembrar de detalhes importantes do evento; distanciamento emocional e social de pessoas subjetivamente significativas; sensação de futuro abreviado; e/ou
·
dificuldade para adormecer ou manter-se adormecido, irritabilidade ou explosões de fúria, dificuldade de concentração, hiper-vigilância constante e prontidão contra alguma ameaça real ou imaginária; transtornos alimentares inexplicados; sobressaltos diante de estímulos neutros mínimos.
   
O que está ocorrendo no cérebro?
  
Estudos realizados com o auxílio de tomografias de alta precisão sugerem que a experiência traumática é tão forte que altera o funcionamento cerebral. Quando o cérebro é submetido a estresse crônico, o indivíduo perde em qualidade de vida.  Daí a importância de procurar ajuda.
 
O que acontece com a memória em situação de trauma?  
A memória traumática difere da memória comum. Ao ser indagado sobre o cardápio do almoço de quinta-feira da semana passada, um indivíduo provavelmente responderia: "Não tenho a menor idéia!". Neste caso, a memória dispersou-se no passado. A memória do trauma, contudo, guarda detalhes visuais, às vezes auditivos, às vezes físicos, às vezes emocionais, como se tivesse ocorrido há pouco tempo. O indivíduo pode lembrar-se dos sons ambientes, dos talheres, das bebidas, do sabor dos alimentos. A memória fica, portanto, registrada e congelada no cérebro, principalmente no hemisfério direito, grande responsável por administrar nossas emoções. Por outro lado, as ferramentas que nos permitem conferir novo significado à experiência e deixá-la finalmente no passado se encontram no hemisfério esquerdo, responsável por nossa objetividade e racionalidade.

Como o EMDR funciona?
A focalização de elementos da memória traumática e a estimulação bilateral (visual, auditiva ou tátil) promovem o “diálogo” entre os hemisférios cerebrais e a “metabolização” (reprocessamento) do trauma. Em pouco tempo, o indivíduo tem a sensação de maior distanciamento da perturbação traumática. Espontaneamente começa a reavaliar a experiência a partir de uma perspectiva mais otimista. É comum que após o reprocessamento a lembrança do que antes era uma morte traumática perde seu poder de ferir e a pessoa é capaz de resgatar as lembranças de bons momentos. A partir dessas conquistas, a pessoa organiza-se melhor, passa a desfazer-se de sentimentos de culpa inadequados, consegue planejar um futuro melhor, a se permitir desejar coisas boas para si.
 
Quais são as contra-indicações do EMDR?
Devido ao pouco tempo de existência do EMDR e à especificidade do tratamento de traumas emocionais, a intervenção é contra-indicada em pacientes com quadros psicóticos agudos, epilepsia sem controle medicamentoso ou esquizofrenia. Pessoas com transtornos bipolares, borderline ou outros tarsntornos de personalidade devem ser acompanhados por terapeutas EMDR espeiclizados nestes diagnósticos.
   
Quais são os riscos do método?
Devido à possibilidade de a pessoa apresentar emoção intensa durante o reprocessamento, é importante que o estado de saúde física do paciente seja discutido previamente com o terapeuta em caso de dúvida. Pessoas com condição cardíaca debilitada, início de gravidez ou doenças oculares devem avaliar alternativas para maior segurança e conforto.
 
E se não tenho um trauma identificado ou não me lembro de algum, ainda assim posso optar pelo EMDR?
 
Na dúvida entre carregar um peso emocional desnecessário pela vida ou experimentar uma intervenção com EMDR, tente a segunda alternativa.    
        
Para sua maior segurança, verifique se seu terapeuta possui o certificado de conclusão do treinamento conferido pelo EMDR Institute.




...ajudando as pessoas a vencer os desafios da vida...